Conto enviado por May Alves
Oi meu nome é May e tenho 20 aninhos e estou aqui no blog para mais um conto gostosinho pra vocês.
Vou contar meu primeiro ménage e como foi tão bom.
Meu sonho sempre foi fazer um ménage, mas não com dois homens como a maioria das mulheres, e sim com um homem e uma mulher.
Pois bem, meu primeiro namorado,era um cara mais velho, mas muito bom na cama. Eu amava isso nele. Quando contei dessa minha fantasia, ele ficou mais do que empolgado (como era de se esperar).
Só tinha um problema; não conhecíamos nenhuma garota que toparia. O que em partes foi bom, já que agora eu sei que uma das regras mais importantes do ménage é que a terceira pessoa nunca pode fazer parte do seu círculo social (em partes rsrsrs!)
Eu e ele decidimos então apelar para um aplicativo de putaria. Bastava digitar o perfil do que estávamos procurando e bum, milhares de pessoas que se enquadravam. Mesmo eu estando louca por um ménage, não queria ser irresponsável e depois ficar no prejuízo. Fui muito exigente com cada uma das garotas com quem tive contato, até que a conheci… uma que…
Ela era linda. Deslumbrante. Conversando com ela percebi que também era educada e inteligente. Era difícil eu me atrair por mulheres, mas ela… Pareceu impossível não ficar abalada. Meu boy marcou um encontro para nos conhecermos melhor. Eu estava louca para ver ela pessoalmente.
No dia do encontro me esforcei ao máximo para que ficasse tão bonita quanto ela era ao natural. Usava um vestido azul colado, com um belo decote, só para mostrar o que eu tinha para oferecer. Meus saltos pretos e minha maquiagem leve, só complementavam essa minha aparência de “boa moça que se perdeu para o mal caminho”. Percebi que meu namorado não desgrudava os olhos de mim, tentando disfarçar (e falhando miseravelmente) sua ereção. E quem pode o culpar? Eu realmente estava muito gostosa rsrsrs!
Tínhamos marcado em um restaurante, não muito chique, mas que tinha todo um clima sensual que enfeitiçava qualquer um. Fomos os primeiros a chegar, então já fizemos nossos pedidos enquanto aguardávamos ela. Meu namorado não parava de me dizer coisas como: “Se eu pudesse colocaria você de quatro nessa mesa e te enrabava até você desmaiar”, e isso já estava me deixando excitada demais. Com ela estava demorando muito. Eu não podia continuar daquela forma.
Encarei o boy nos olhos, que estavam encarando meus seios através do decote. Dei um sorriso malicioso, olhei para os dois lados do restaurante, ele já sabendo o que eu tinha em mente, se recostou um pouco mais na cadeira, então eu me abaixei discretamente (como se tivesse derrubado algo) ficando dessa forma de quatro embaixo da mesa. Engatinhei lentamente até ele. Apoiei minhas mãos em suas coxas e levantei a cabeça. Seu olhar fixo no meu. Coloquei um dedo entre os lábios e fiz “shhh” sem emitir som. Desabotoei a calça dele e pus seu membro para fora.
Dei uma boa olhada para o pênis ereto do boy. Era tão convidativo, estava em chamas. Ele era grosso e grande, como eu nunca tinha visto até então. A cabeça já estava inchada e lambuzada com seu pré-gozo, me fazendo questionar há quanto tempo ele já estava excitado.
Finalmente coloquei a língua para fora. Dei uma boa lambida da base até a ponta, como se fosse um sorvete. Então, enfim, o enfiei dentro da minha boca, tudo de uma vez, o mais fundo que pude. Meu movimento fora tão intenso que fizera ele estremecer, se segurando para não gemer no meio do restaurante.
Comecei a pagar um boquete para o meu namorado. Eu chupava com vontade, queria fazê-lo gozar logo. Interrompendo somente para chupar suas bolas, sempre masturbando-o com as mãos nesses momentos. O boy se contorcia na cadeira, mas tentava disfarçar.
Suas mãos então agarraram meus cabelos por baixo da mesa, conduzindo meus movimentos cada vez mais intensos, até que empurrou minha cabeça para baixo e gozou violentamente em minha garganta. Ele então olhou para mim novamente, enquanto engoli toda a sua porra igual uma atriz pornô. Então surge uma voz:
– Eu entendo que demorei um pouquinho, mas vocês estavam tão desesperados que nem puderam esperar por mim? – Ouvimos uma voz doce vinda do lado da nossa mesa. Me inclinei sobre o colo do boy para ver de quem se tratava. Claro que era ela.
Tanto eu quanto meu namorado não pudemos evitar ficar envergonhados. Mesmo que estivéssemos combinando algo nesse sentido, não queríamos que essa fosse a nossa primeira impressão. Ela agora devia nos achar tarados!
Me levantei discretamente, sentando na minha cadeira novamente. Quase que imediatamente depois, veio um garçom perguntar se ela queria alguma coisa.
Então, ignorando o ocorrido, eu, ela e meu namorado começamos a conversar. Falamos sobre a saúde de todos, o que cada um estava ou não disposto a fazer, como iria funcionar. Fora, claro, coisas que não tinham a ver com o ménage. Ao final da noite tínhamos nos divertido muito e nos conhecido bastante.
Saímos os três do restaurante e fomos direto para o motel mais próximo, cheios de tesão. Minha calcinha estava ensopada, e tive que fazer um tremendo esforço para não trepar com eles já na recepção do motel. Meu namorado então pediu por qualquer quarto, e assim que recebeu a chave fomos logo em direção do elevador.
– Você é tão sexy… – Ela disse me encurralando na parede do elevador. Eu não conseguia parar de olhar seus lábios, percebendo isso,ela aproximou seu rosto do meu e começamos a nos beijar. Ali mesmo, no elevador, com o boy olhando.
Os lábios dela tinham gosto do vinho que acabamos de tomar. Seu perfume era doce e inebriante. Seu corpo era escultural, encaixando-se perfeitamente ao meu. Suas mãos passeavam pelo meu corpo e as minhas brincavam com seus longos cabelos. Só paramos quando o elevador chegou no andar.
– Agora meninas, eu quero ver as duas putinhas se comendo na minha frente.
– Meu namorado disse se sentando em uma poltrona perto da enorme cama, já com o pau para fora, começando a se masturbar.
Ela me empurrou para a cama, ficando por cima de mim. Ela me beijava com fome, nossas línguas dançavam em sintonia, nossos batons se misturando. E tomou a iniciativa e começou a tirar meu vestido, me deixando apenas de calcinha na cama. Deu um sorriso sacana antes de começar a distribuir chupões por todo o meu pescoço e clavícula, descendo até chegar em meus seios.
Começou a chupar o direito e com a mão massageava o esquerdo, depois de alguns minutos trocando o lado. Já eu só conseguia gemer. Quando se cansou dos meus seios, a gata se abaixou até ficar de frente para a minha calcinha de renda preta, totalmente ensopada.
– Oh, você está tão molhada… Isso tudo é por minha causa?
– Disse esfregando seu dedo levemente por cima do tecido. – Responda! – Inesperadamente ela deu um tapa na região do meu clitóris, me fazendo convulsionar de prazer.
– Sim… – Murmurei.
– Eu ainda não ouvi! – Me deu outro tapa.
– Sim! – Eu gritei extasiada.
Ela então abaixou a minha calcinha com tudo.
– E-espera! Tem algo que eu sempre quis fazer…
– Comecei e ela me olhou.
– Eu sempre vejo nos filmes pornôs e parece ser tão bom… Você poderia fazer uma tesoura comigo?
– Perguntei super envergonhada, mas a gata apenas sorriu, começando a tirar sua roupa. Olhei para o lado e vi a luxúria nos olhos de meu boy.
– Isso suas putinhas, façam uma tesoura para o seu cafetão!
Ela colocou suas pernas envolta da minha cintura e eu também, fazendo nossas bucetas se tocarem. Gemi somente de sentir a vagina de dela contra a minha. Ela então começou a mexer os quadris para frente e para trás e um prazer imenso atingiu o meu corpo. Gemiamos as duas, como duas vadias. Nossos corpos ficando suados. Ela se mexia cada vez mais rápido e eu me sentindo prestes a gozar. Chamei o boy que estava sentado na cadeira, para que se aproximasse.
– Agora vadia, chupa o caralho do seu dono.
– E eu como a boa puta que sou obedeci. Chupando ele com ainda mais vontade que no restaurante. – Ah… Isso! Sua gostosa!
Ela continuava seus movimentos com cada vez mais intensidade e assim eu tive meu primeiro orgasmo da noite.
– Agora eu quero as duas cachorras de quatro!
– Assim ficamos eu e ela lado a lado. O boy decidiu comer primeiro a dela, e não é que a vadia estava gostando? Gemia como se a vida dependesse disso. – Não pense que eu me esqueci da minha puta preferida! – Foi então a minha vez de ser fodida.
O pênis dele entrava e saía da minha buceta com uma voracidade que eu nunca tinha visto (ou sentido) antes. Ele estava louco de tesão. Agarrou um dos meus seios e com a outra mão agarrou o seio dela que agora estava deitada de barriga para cima chupando o seio que não tinha a mão do boy.
Ela então se arrastou para baixo de mim, me fazendo ficar por cima dela. Nossas bucetas expostas para meu namorado, nossos seios se tocando, os lábios dela colados aos meus. Meu namorado passou a revezar, uma hora penetrando ela, uma hora me penetrando. Ela e eu apenas conseguíamos gemer cada vez mais alto.
– Nos fode, gostoso, nos fode!
– Nos faça ser as suas putinhas particulares!
– Mais rápido, mais rápido!
– AAAHHH, EU VOU GOZAR! – Esbravejei enquanto era fodida por ele.
– EU T-TAMBÉM! – Ela gritou junto comigo.
O boy passou a acelerar suas estocadas, gemendo também. Até que eu e ela gozamos com um berro de prazer que todo o motel deve ter escutado. Mas ainda faltava ele. Eu e ela nos entreolhamos, sorrindo com o fôlego acelerado. Juntas engatinhamos até ficarmos perto do pau do boy. Cada uma de um lado, lambemos ao mesmo tempo o caralho, enquanto sentia nossas línguas se tocarem, como se estivéssemos nos beijando com o pênis dele entre nós. Passamos a compartilhar o pau, uma hora ela chupava as bolas e eu o pau, e vice versa.
– Vocês são cachorras gostosas demais! Agora coloquem a língua para fora, como fazem as boas cadelinhas.
– Nós então o obedecemos, colocando a linguinha para fora enquanto esfregavam nossos peitos, uma cena bem excitante. Até que ele gozou, sua porra esguichando por todos os lados, escorrendo de nossos rostos para nossos peitos. Ela e eu começamos a nos limpar, eu lambendo a porra do corpo dela e ela do meu. Até cairmos os três cansados na cama.
Desde então ela se tornou uma boa amiga e essa noite nunca saiu da minha cabeça,e de repetimos umas outras vezes, com contatinhos ou de outra rsrsrs!.
Até a próxima gostosos!


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