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sábado, 16 de fevereiro de 2019

Conto – Tarde de Quinta



Conto enviado por Elle Eaux

Enterrei a cabeça no fundo do colchão buscando um pouco de emoção naquele ato mecânico dele socar o pau na minha bucetinha. Tava tudo muito certo. Eu gemia de prazer. Pau grande e grosso, modelo balãozinho, cabeça pequena, meio muito grosso e base mais fina. O melhor pau para gozar pelo cu e óbvio que a chuca tava feita. Eu estava entregue ao sexo casual que tanto necessitava para curar minhas feridas de rejeição. Do tolo ao sublime, de nenhum deles eu mereci uma atitude de coragem. Escondem-se frios e indiferentes. Agora, esse aqui, presente em minha cama, vai me fazer tremer a carne, gritar de desejo e espantar o desamor. – Tá, talvez essas considerações deveriam ter sido feitas num outro momento, não naquele que o rapaz não percebendo que você acabou de gozar esteja enfiando no seu cu, mas ora bolas, aquela foda pretendia curar feridas, a única maneira que sei é mastigando em pensamento. Ruminando enquanto me trabalham o cu.

Entretanto, foi muito depois, já tinha tomado leite na garganta, socado muito um pau grosso e grande goela adentro. Antes de qualquer coisa aquele puto tinha alimentado a cachorra, foi exatamente como gosto. Sem delongas, botando o pau pra fora da bermuda dizendo toma. Engoli todinho, muitas vezes, gulosa, pedindo mais… Ele me tomava o pau pra punhetar e eu de quatro no colchão pedindo pra mim. A garganta profunda recebendo carne e alimento. Ele perguntando se eu queria mais e eu de boca cheia dizendo sim, sim, e os olhos chorando de tomar caralho pela boca.

Esse momento que ele metia e eu pensava na morte da bezerra, foi quase no final. Eu tava fodida, alimentada, tinha gozado de gemer e grunhir, garganta arrasada, maquiagem preta escorrida do olho borrada. Tinha chegado o momento do ápice, da segunda gozada dele. Ele metia sem pressa, sentindo o pau entrando e saindo, o ritmo foi diminuindo, deixei de gritar de prazer para emitir grunhidos, rebolava devagar meu rabo sentindo bem a carne da pica me preencher e tragicamente me surgiu a necessidade do amor, da excitação de pele com a pele e cheiro, aquele beijo de adolescente, divaguei sobre a potência do desejo sexual somado ao pertencimento, a vontade de fusão, subitamente lembrando da força do gozo quando ela acontece. Aí, eu abri um pouquinho a comporta dos sentimentos. Não era amor, mas quem sabe um belo afeto  Amansei, despi a persona insolente e me fiz presente. Assim, algumas fagulhas de um sentimento aqueceram e lembraram que é bem bão mesmo. (Suspiro) Cheguei a questionar se substituo a força do desejo com amor pela adrenalina extrema da dor e de ser tratada de maneira oposta. O mais profundo despeito pela puta. Acho que sim. Quero experimentar ser amada e maltratada. Ser pet é isso. Essa que é a minha.

Ele não gozou dessa vez, cansou, tava ocupado, já querendo partir… Sorri amarelo, a carne louca de desejo e a mente lá no gozo poderoso do amor. Sem me fazer de rogada implorei por pau. Fode a minha garganta, eu de cabeça pra baixo deitada na cama? Ainda dengosa, deitei oferecendo a boca aberta que ele montou metendo fundo, segurando meus braços me prendendo na cama e abocanhou um dos meus seios mordendo forte. Só tirava a mão do meu braço pra me bater na cara prendendo meu rosto na sua coxa e voltava a socar minha boca com fúria. Eu engolia com gosto, sufocando, babando e levando tapas no rosto. Sentindo dor não tem mesmo como pensar em nada e rapidamente ele percebeu a entrega e enlouquecido nesse prazer, aumentou a tortura e começou a me chamar pelo meu nome, vadia. Levei muito na cara e socada de pau, mas foi isso. Ele não queria me comer de novo, só gozar, punhetar. Fiquei de quatro dedando meu cu para ele. Nem assim foi, tava com pressa…

Na saída pedi a ele pra trazer uma putinha pra mim porque tô com vontade de lamber buceta e cu de mulher. Falou que vai ver, se liga no zap!

Intensidade é pra poucos, kundalini amada. Essas lágrimas grossas e tão viscosas como o meu mel de buceta derramo pela esperança de sua ascensão e tristeza pelo inatingível homem amado. Que assim seja e deixa eu ir ali que tem outro xucro sinalizando no mensageiro e hoje ainda quero dar o cu que o apressado nem cru comeu.

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