Não é novidade que o falatório popular considera “Bunda” uma preferência nacional. Números e buscas mostram que “Ass” é também uma preferência internacional.
Os glúteos reforçam o marketing de diversos anúncios nos mais variados meios de comunicação. Ativam o instinto humano e não apenas o do público masculino. Pesquisas afirmam que quando observamos quadris largos e glúteos grandes, o instinto anuncia que aquele corpo é saudável e apto ao parto. Com isso, nossa vontade de procriação surge. Mas algumas mulheres também olham os quadris da colega, talvez pelo mesmo instinto, mas não com os mesmos fins. Às vezes por libido, às vezes por rivalidade.
Teorias à parte, não é a toa que vários estilos de música pop recheiam seus videoclipes com “popozões” glamurosos em busca de views. Desde os anos 60, muitos programas americanos já deixavam de forma discreta, ao fundo do palco, bonitas silhuetas em busca de audiência. Coisa que foi replicada aqui nesses trópicos tupiniquins desde os tempos do apresentador Chacrinha, perpassando para todos os shows de auditório contemporâneos.
Rita Cadillac nos tempos de Chacrete na década de 1980 Falando diretamente de pornô, quase todos os fãs mais aprofundados dessa arte, iniciaram suas buscas em pornografia pelas mulheres de bundões extremamente salientes, aquelas que atraem olhares para as capas e promoções. Quase sempre também, são elas as mais conhecidas pela sua estética sexual. Como por exemplo, a americana Alexis Texas. Quem aqui que realmente se sente digno conhecedor ou conhecedora de pornô não conhece essa loira? É talvez, a bunda mais famosa da indústria com vasto currículo de cenas. Sem trocadilhos infames, claro.
Outra que arrebatou o mundo com seu “rabetão” vigoroso, nascida nas terras da Rainha Elizabeth, foi Paige Turnah. Nos seus tempos áureos, teve uma fama absurda, com a cintura muito fina e suas curvas protuberantes. Suas cenas inter-raciais venderam muito e foram motivo de exportação de pornografia para os países latinos que adoram essa categoria.
Falando em pornô latino-americano, a brasileira Monica Santhiago, que está a todo vapor e abundância pela Europa, é um maravilhoso exemplo dessa preferência. Ela mesma já afirmou em making off’s que bunda grande tem que fazer anal. E Monica faz muito bem esse difícil ofício.
Spicy J atualmente é camgirl e gravou excelentes vídeos solos para grandes produtoras. Sua capacidade sexual é irrepreensível, mas o que impressiona mesmo é seu bundão majestoso logo depois de sua cintura finíssima. Spicy, com seus vestidos colados, é um absurdo de beleza e moda sensual.
A lindíssima Luana Alves foi outra brasileira representante do “Big Ass”. Ela fez diversos filmes para gringos gravados no Brasil e depois se mudou para os Estados Unidos. As curvas dessa mulher eram uma tentação frente às câmeras. Um orgulho nacional em matéria de bunda!
E seriam tantas outras para citar, tantas bundas grandes e perfeitas para contemplar, tantas “lombas” que surgirão na lembrança do leitor e da leitora que seria preciso umas quinhentas páginas, de pura bunda, para conseguirmos sintetizar esse poderio todo. Mas por aqui, eu deixo a reflexão de que “Bunda” é o ápice da sexualidade visual, é o estilo que mais vende até hoje no mundo, na TV, na rua ou no Instagram. Seja na pornografia nacional, na americana, no pop musical e até mesmo no tailleur bem cortado das mulheres conservadoras.


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