ALTERNEI CHUPANDO
Campainha soou. Era ELA. Caixinhas de yakissoba e vinho branco em mãos.
– Poxa, me perdoa, Carol.
Veio direto do trampo e pediu pra tomar um banho. Tirou os Jimmy Choo e a calça jeans ainda no meio da sala. Ela sabe que me atenta com seus pés nus.
– Eu faço qualquer coisa pra você perdoar meu vacilo – repetiu e depois voltou só de toalha.
Tô estudando shibari há dois meses e amarrei seus punhos nas costas. Curto BDSM e tal, mas não gosto do formalismo da coisa. Prefiro coisas alternativas, tipo trocar o chicote oficial pela espátula de silicone da cozinha. Dei uma forte na sua traseira, marcando um roxo na sua bunda de quatro no sofá. Ela gemeu alto, tremeu um pouco e se arrepiou. Dei mais duas e depois alternei chupando sua buceta gordinha e seu ânus de pelos ralos. Dei mais quatro pancadas nas nádegas até que ela quase chorou e abriu as mãos amarradas quase em misericórdia. Dedei muito sua buceta até fazê-la gozar trêmula. Ela não aguentou e se urinou, fazendo uma poça no chão.
– Agora bebe tudinho, de castigo!
– Sério, Carol?!
– Você não quer o meu perdão?
Ela bebeu igual uma frágil gatinha dolorida e eu ainda escrevi com uma caneta pincel (duração 24 horas) nos roxos da sua bunda: EU SOU UMA PUTINHA SUJA E A CAROL É MINHA DONA.


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