Numa matéria aqui no Geek, eu disse que nunca tinha transado com uma japonesa. Mas enfim, hoje aconteceu. E como eu iniciei esse relato, acho, por justiça com os leitores e leitoras dessa coluna, que devo terminá-lo.
Sou uma bitch legalzinha.
ESTOU PRECISANDO FALAR CONTIGO. URGENTE.
Recado do meu best no cel.
Como ele sempre esteve nos últimos tempos atrelado com uma ex-noiva ciumenta que dava barracos em restaurantes, fila de cinema, supermercado, banheiro e até em sex shop (vou poupá-los dos detalhes ridículos dessa história), fui logo esperando um choramingo de mais uma perseguição da guria sem sal que não queria romper o noivado e dispensar o anel de turmalina e diamantes.
Já no AP, me servi um chocolate quente na cozinha enquanto o esperava. O interfone tocou. Quando voltei pra sala, vi entrar uma japinha magrela de camiseta de manga longa amarela, calça jeans básica e tênis branco baixo sem meias. Ela se demonstrava meio ansiosa. Eu tinha visto essa japa dias antes, na saída de uma galeria de arte e só nos cumprimentamos. Meu best a conheceu recentemente numa aula de pintura. Eu achei à japinha linda na ocasião, super cool, usando camisa de gola boba com cachecol.
– Um imprevisto, Carol! Depois a gente conversa. Daqui uma hora eu volto. – Disse meu best.
Ele me deu uma piscada, pediu desculpas para sua visita e saiu.
Percebi que havia malícia no seu olhar e uma proposta na presença inesperada daquela japinha que havia me achado bonita e perguntado em segredo a ele se eu também era “sapa”, dias atrás.
“Também!!”
Tudo ficou evidente no seu sorriso constrangido, no brilho de seus olhos lacrimejantes que não me miravam diretamente até o fim e suas mãos inquietas, cúmplice das loucuras do meu best-fuck-friend. Sim, ele é leitor dessa coluna aqui e ela queria ficar comigo. O “imprevisto” era só um pretexto para combiná-la ao meu fetiche.
Entre conversas supérfluas no meio do climinha todo proposital, eu apanhei as palmas suadas de suas mãos nervosas. Estendi um longo e lento beijo na boca da sansei, deliciosamente correspondido. Fiquei apenas de calça jeans e a despi por completo. Fui voltar do gosto da garota longos minutos depois. Trinta, quarenta, cinquenta, não sei, em transe, ali mesmo no sofá. A japinha ficou toda borrada do lápis preto de seus olhos, ao final, transpirando ofegante pela foda da minha boca.
Na minha cabeça, nesse instante que escrevo, está à linda tattoo da face de um elefante indiano que toma as costas dela quase inteira. Ela não é totalmente ligada à cultura japonesa. Tem 23 anos, uns 50 quilos, cursou Turismo e gosta de outras influências étnico-culturais. Faz ballet e jazz. E gosta de samba. E umas tapas na raba também.
Enfim, fiquei maravilhada por ter perdido mais uma de minhas últimas virgindades!!! Agora preciso voltar para os assuntos da Maison, antes que me peguem escrevendo sobre as putices ocultas da minha vida e não da futilidade explícita das loiras “top model” que posam para a VOGUE.
Fotos ilustrativas: pornstar japonesa Shiori Yamate.


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