Quem pôde ver essa garota no auge da indústria brasileira (Início dos anos dois mil), gravando várias cenas por mês, e se sobressaindo a cada uma delas, pode se deparar com alguém nascida para transar. Do hardcore ao soft, de um ménage à trois às orgias intermináveis, hétero, bi, homo… Se lambuzava de prazer nos beijos, nos cuspes, no sexo oral com o famoso “leitinho” no final, ou deixando as garotas que contracenava bem molhadas… Uma perfeição da libido num rosto de menina mimada, dessas que engana os pais dizendo que vai estudar para poder transar com o vizinho, que faz dengo por tudo, mas que na cama testa os limites do pudor dos parceiros.
Sua biografia é cercada de mistérios e fontes não confiáveis. Principalmente a sua retirada das filmagens é cercada de lendas.
Gravou de 2004 a 2006 e alguns microblogs afirmavam que ela havia sido assassinada na Espanha, por volta de 2007, envolvida com tráfico de drogas. Os fãs mais otimistas diziam que isso era apenas um boato típico das garotas que deixam a indústria e querem apagar o passado de exibição sexual. Ou seja, forjam uma história simulando a própria morte para poder, de certa forma, renascerem para uma nova vida retirada do pornô.
No entanto, me parece que os fãs otimistas estavam corretos. Em 2012, circulou uma foto na internet que Ruby Mello, ou Cleuza Berlatto (seu suposto nome verdadeiro), estava à mesa de algum quiosque ou restaurante, muito viva e de feição inconfundível, visitando o Brasil. Dizem que mora desde essa última aparição em Portugal e é mãe de uma filha.


Nenhum comentário:
Postar um comentário