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quarta-feira, 8 de maio de 2019

Conto - Safadeza no banheiro da faculdade


Conto enviado por Mary Von

Oi pessoas,usarei o nome fictício de Mary Von pra contar essa história. Tenho 1,68, tenho seios fartos e faço exercícios regularmente para manter a forma, mas nada exagerado. Sou bisexual.

Quando eu tinha 20 anos, fiquei com uma moça por um tempo da mesma faculdade que eu, Talita(nome fictício), uma moça bem bonita, corpo bonito e um bumbum lindo que me deixava louca. O sexo com ela então, era uma perdição.

Um belo dia nos encontramos na faculdade, demos uns beijos, até que ela me conta um desejo que sempre teve. “Sabe, Mary, eu sempre quis transar num lugar meio arriscado de ser pega”. “Como assim?”. “Tipo o banheiro da facul e tal.” Achei aquilo loucura pura, mas estava disposta a fazer o que ela queria. Havia um banheiro próximo à sala dela e ela escolheu aquele. Esperamos as pessoas voltarem para suas aulas e entramos no box de deficientes, pois ali tinha mais espaço.

Ela começou a me beijar e a já desabotoar a minha calça. Deixei ela fazer o que quisesse e levantei o seu vestido para apertar com força aquela bundinha gostosa. Ela meteu a mão por dentro da minha calcinha e começou a me masturbar e eu já ficando louca com aquela situação.

A coloquei de costas contra a parede, puxei seu vestido para cima, que ela segurou para que não caísse, arrastei sua calcinha para o lado, abri bem aquela bundinha e lambi sem dó a bucetinha e o cuzinho da safada. Ela mordia a mão para não gemer e vez ou outra suas pernas ficavam bambas.

Ouvimos o som de alguém entrando no banheiro e entrando em um dos box. Enfiei dois dedos nela enquanto lambia o cuzinho e ela com as mãos na parede. Ela virou de frente pra mim e puxou minha boca para a sua buceta, que eu lambi com vontade. A pessoa saiu do banheiro e uns segundos depois, ela soltou um gemido baixo, mas muito reprimido.

Ela me puxou para eu ficar em pé e abaixou minha calça, me chupando que nem louca e aquilo estava mesmo uma delícia. A sensação de ser pega a qualquer momento, só deixava tudo melhor.

Ela tirou da mochila um strap-on que eu olhei aquilo surpresa. “Eu planejei tudo, meu bem.”, ela sussurrou. Ela vestiu e me fez chupar o dildo. Lambuzei ele bem e ela me botou contra a parede, enfiando em mim. Ela apertava a minha bunda e eu queria gemer bem alto, mas não podia.

Mais uma pessoa entrou no banheiro e ela diminuiu o ritmo para não fazer barulho, enfiando bem devagar em mim, mas aquilo era muito pior. Ela beijou meu pescoço até a pessoa sair de novo e voltou a estocar em mim com força. Toquei meu grelo até gozar ali, ficando com a garganta dolorida de tanto forçar para não fazer barulho.

Recuperei o fôlego e quando senti minhas pernas funcionarem de novo, a beijei. Ela tirou o strap-on e eu coloquei em mim.

Por algum motivo, a barra de apoio daquele banheiro não era de metal e sim de alvenaria. A coloquei apoiada nela, de frente para mim e ela envolveu meu quadril com as pernas e comecei a enfiar nela. Eu não tive dó nenhuma da safada e enfiei com força, vendo o dildo entrar e sair da sua bucetinha que estava inchada e de tanto ser fudida. Ela me beijou e vi ela lagrimar por não poder fazer barulho.

Mexi no seu grelo e ela me segurou com força. Enfiei mais rápido nela e continuei mexendo no grelinho e ela gozou, se contorcendo toda.

Beijei aquela boca linda de novo e tirei o dildo de dentro dela.

Estávamos uma bagunça, então nos limpamos e nos ajeitamos bem antes de sair do banheiro.

Eu e Talita ficamos por apenas 3 meses. Percebemos que nenhuma de nós queria algo sério, então seguimos nossas vidas, mas ainda mantemos contato. Inclusive, tempos depois nos encontramos de novo e fomos para um motel matar a saudade.

Até uma próxima gente!

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