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domingo, 17 de fevereiro de 2019

Conto – Safadeza com o primo



Conto enviado por May Alves

Oi meu nome é May e tenho 19 aninhos e agora irei contar uma historinha que me ocorreu há alguns anos atrás e tantos vocês me pedem pra contar no curioscat, pois aqui vai a historia com meu primo.

Uma vez minha prima e meu primo vieram passar uns dias aqui em casa para aproveitar a praia e as festas que tem por aqui por perto.

A Clara, minha prima, tinha 17 anos e é normal. Não é tão bonita mas também não é feia, e o que realmente chama a atenção nela são os seus olhos, que são lindos. Já o Rodrigo, o meu primo, é um verdadeiro gatinho, lindo mesmo. Ele tinha 19 anos, é alto, corpo bem saradinho, e aquela cara de safado e super bem humorado.

Eu estava bastante feliz com a vinda deles porque nós nos damos muito bem e eu ia poder sair quase todas as noites sem dar explicação para os meus pais, com a desculpa de levar eles pra conhecer a cidade. Sou muito espertinha, né?

Eles chegaram numa segunda-feira bem cedinho e eu ainda estava dormindo. Quando a Clara entrou no meu quarto me chamando, me levantei e dei um abraço nela e disse que estava morrendo de saudades. Nessa hora entrou o Rodrigo.

Nossaaaa!! Como ele estava gostoso com aquela blusa polo que deixava os músculos do braço definidos e aquela calça meio caída. Eu tinha me esquecido do quanto ele era gato, mas ele era meu primo.

Então, logo espantei esses pensamentos e me levantei, sabendo que eu estava só com uma blusa grande, uma calcinha e sem sutiã. Dei um abraço nele. Ele me abraçou forte e me deu um beijo no rosto que me deixou toda vermelhinha.

– Nossaaaa!! Como minha prima cresceu!! Você está linda, May! – meu primo disso.

– Valeu, Diguinho! Você também não tá de se jogar fora! – respondi rindo.

Minha mãe chegou no quarto chamando ele para mostrar o quarto que ele ficaria e eu e Clara ficamos conversando enquanto ela guardava as roupas dela no meu armário, já que ela ficaria comigo lá no meu quarto.

Depois do almoço minha mãe saiu e a Clara me perguntou se tinha algum filme bom pra que a gente pudesse ver e eu mostrei a ela onde tinham os DVDs e fui pra cozinha preparar brigadeiro de colher e pipoca pra gente e o irmão dela veio atrás de mim e se sentou no balcão e ficou me olhando preparar as coisas.

Papo vai papo vem, e ele me contou que estava sem namorada há uns dois meses, e que fazia tempo que não fazia mais sexo. “Não tem nada demais dar uma provocadinha, né?”, pensei na hora.

E, como eu estava com um vestido soltinho e com uma calcinha vermelha bem pequena, deixei a colher que estava na minha mão cair e me abaixei bem na frente dele, dando a visão de toda a minha bunda pra ele. Em seguida me levantei e fingi que nada tinha acontecido.

Olhei para ele disfarçadamente e ele estava de boca aberta, sem saber o que fazer nem falar. Me virei de costas pra ele novamente com um sorriso enorme no meu rosto. Eu tinha conseguido mexer com ele e sabia que ele estava doidinho pra me comer. Mas eu não estava pensando em sexo, só em provocá-lo mesmo.

Com tudo pronto pedi pra ele me ajudar a levar a pipoca, o brigadeiro e o guaraná. Quando ele passou o braço do meu lado para pegar a pipoca e o guaraná, eu peguei o brigadeiro e recuei roçando levemente minha bunda no pau dele.

Parei de frente pra ele com uma colher com brigadeiro e ofereci a ele. Quando ele abriu a boca para pegar, recuei e saí. Nossaaaa!! Eu estava adorando fazer aquilo com ele. Ele veio atrás de mim e me puxou pela cintura, me apertando nele e me fazendo sentir o pau dele na minha bunda.

Achei uma delícia e, fingindo querer escapar dele, empurrei minha bunda contra o seu pau. Eu estava há quase um mês sem sexo, desde que eu tinha acabado com o meu namorado, e sentir o pau do meu primo duro pra mim me deu um puta tesão que eu cheguei a dar um gemidinho baixo.

– Eu sei o que você está fazendo, May! Não me provoca que depois você não aguenta! – ele disse no meu ouvido e deu uma mordida na minha orelha. Senti minha bucetinha ficar toda meladinha e piscando. Deus do céu!! Minhas pernas tremeram e fiquei toda arrepiadinha.

Voltamos para a sala e assistimos o filme. Eu não prestei muita atenção no filme e pelo que eu percebi ele também não, porque vez ou outra ele me olhava. E quando isso acontecia eu me sentia totalmente nua sob o olhar dele, e era como eu queria estar.

Mas a Clara parecia totalmente concentrada no filme, e nem tinha percebido ele passar a mão por baixo do meu vestido e deslizá-la para dentro da minha calcinha. Ao perceber que eu estava toda molhadinha ele deu um sorriso safado e enfiou um dedo na minha buceta. A sala um pouco escura e a ausência da minha mãe tinham deixado meu primo todo assanhado.

Fiz um esforço danado pra não soltar um gritinho de tesão. Ele enfiava e tirava, enfiava e tirava, bem lentamente. Parecia até que ele queria me torturar. Depois ele colocou outro dedo e repetiu de novo. Enfiava e tirava, enfiava e tirava.

Eu olhava para a TV mas não estava vendo nada. Minha concentração estava nos dedos dele, entrando e saindo da minha perereca, e me deixando toda cheia de tesão. Quando ele enfiou o terceiro dedo, ele começou bem lentamente, tudo de novo.

Logo ele estava enfiando os dedos bem forte mesmo, como se estivesse me fodendo, e pra não gemer ou gritar, eu coloquei minha cabeça no ombro dele e o mordi, rindo em seguida. Eu segurava uma almofada com tanta força que estava vendo a hora de rasgá-la.

Como a Clara estava do outro lado, ela não conseguia me ver, porque meu primo estava no meio de nós duas. Quando eu estava quase “chegando lá”, ele tirou os dedos de dentro de mim e eu olhei frustrada pra ele. Mas ele só retirou os dedos para começar a esfregar meu grelo bem forte, e foi questões de segundos para eu gozar.

Gozei deliciosamente, quietinha, sem fazer qualquer barulho. Apenas fiz um movimento no sofá, como se estivesse mudando de posição. Ele olhava pra mim, satisfeito por ter me feito gozar, enquanto ele ajeitava minha calcinha no devido lugar e retirava a mão de mim.

Quando eu tirei meus dentes do ombro do meu primo, vi que estava bem marcado. Ele subiu a manga da camisa pra ver e tinha uma marca roxa da minha mordida.

– Foi tão bom assim, foi? – ele falou baixinho no meu ouvido.

– Foi ótimo, delicioso! – dei um sorriso e respondi.

Justo na hora em que o filme estava acabando, e como não daria pra eu retribuir, eu me levantei para guardar as coisas e ele foi pro banheiro, com certeza bater uma punheta. Mais à noite a Clarinha não estava nem um pouco cansada ou com sono, e na realidade eu também não, mesmo tendo acordado cedo.

Como já estava de noite, resolvemos ir dançar um pouco em uma boate que tem aqui por perto e eu, claro, coloquei um vestido vermelho justíssimo e que deixava uma boa parte das minhas pernas e coxas do lado de fora, com um salto alto preto.

Quando eu saí do quarto já vestida, o Rodrigo estava sentado no sofá me esperando com a Clarinha, e eu passei desfilando pra eles e parando bem na frente dele para dar uma voltinha.

– Que tal? Gostou, primo? – perguntei toda sorridente.

– Você está linda, May! – meu primo respondeu, de boca aberta.

– Cuidado pra não babar, primo! – falei e até a Clarinha riu.

Como eu e a Clarinha éramos menores de idade, não poderíamos comprar bebidas e lógico que o Rodrigo comprou pra gente.

Eu já estava na terceira dose de caipirinha e já estava bem alegrinha e a Clarinha tinha dito que ia ao banheiro e não tinha voltado ainda. Mas eu sabia que ela só dizia isso para o Rodrigo não ir atrás dela, porque ela estava ficando com um amigo meu que estava por lá, e ele era muito gatinho também.

Eu estava na pista de dança com o Rodrigo e só estava me controlando mais porque eu não queria que a Clarinha visse. Assim, a gente só se roçava e teve uma hora que ele me agarrou com uma mão na minha cintura e a outra na minha bunda.

Eu dei uma mordida no lábio inferior dele e ele me puxou para um beijo. Ele agarrou minha cintura mais forte ainda, me fazendo sentir a piroca dura dele. O beijo estava tão bom que eu não queria parar nunca mais.

Mas eu sabia que se eu deixasse a gente ia acabar fazendo sexo ali mesmo na pista de dança. Então interrompi o beijo e me desprendi das mãos dele. Ele olhou pra mim com uma cara de quem não estava entendendo nada.

– Vou ao banheiro… volto logo!! – falei e fui em direção ao banheiro.

Fui até a Clarinha e o meu amigo e pedi para ela ter juízo e para ele cuidar dela e levá-la para casa sã e salva. Quando voltei para o Rodrigo eu disse que iríamos continuar o que começamos em casa, e ele perguntou pela sua irmã.

Eu disse apenas que ela estava em boas mãos e saímos da boate. Quando chegamos em casa fomos direto para o quarto dele sem fazer barulho para não acordar minha mãe e, assim que entramos e fechamos a porta do quarto, eu parti para cima dele e comecei a tirar sua blusa.

Ele já veio levantando meu vestido e tirando a minha calcinha. Nossaaaa!! Enquanto ele tirava e minha roupa e eu tirava a dele, nossas bocas estavam coladas em um beijo delicioso. Era um beijo safadinho, de língua, molhadinho. E isso fazia minha “menina” piscar de tanta vontade de meter.

Quando já estávamos sem roupas ele me jogou na cama e abriu minhas pernas. Fiquei toda arreganhada e ele logo começou a esfregar meu grelo, carinhosamente. Eu já estava toda molhadinha e assanhada. Ele esfregava tão gostoso e às vezes dava umas tapinhas na minha xoxota.

Os dedos dele tocando meu grelo me faziam gemer ainda mais. Levantei meu corpo em direção à boca dele. Eu queria gozar na boca deliciosa do meu primo. E foi o que fiz. Quando senti a língua dele tocar meu grelinho eu soltei um gemido rouco e gozei como uma gatinha no cio.

Quando eu gozei ele caiu de boca na minha buceta com vontade mesmo, lambendo e sugando todo o meu caldinho. Meu grelinho estava muito sensível, mesmo assim eu deixei ele sugar e brincar com ele. Logo ele estava sugando tão forte que comecei a tremer toda e gozei novamente, na boca dele.

Quando terminei de gozar ele se deitou em cima de mim e ficamos no beijando por um bom tempo. Depois ele se ajeitou entre as minhas pernas e, posicionando o pau na minha xoxota, ficou dando pinceladas e esfregando a piroca no meu grelo. Eu estava adorando a brincadeira quando ele, de uma só vez, enfiou o pau todinho em mim.

– Hummmmmm… devagarrrrrrr… nosssaaaaaaaaaa!!… fui muito fundooo… me machucouuuuuuuuuuu… ainnnn… ainnnn… ahhhh… devagarrrr… mais devagarrrrr… – falei pra ele meter um pouquinho mais devagar, já que naquela posição, a pica dele estava indo muito fundo e me incomodava um pouquinho.

Quando eu abri a boca para soltar mais um gemido ele me beijou deliciosamente, e isso abafou um pouco o barulho que eu estava fazendo. Ao mesmo tempo que ele dava estocadas fortes na minha xoxota, ele apertava os meu seios. Não demorou e gozei no pau dele novamente.

Assim que gozei ele tirou o pau da minha buceta, ainda duro e todo lambuzado do caldinho da minha bucetinha. Me ajoelhei e abocanhei a pica dele, dando uma chupada deliciosa. Ele agarrou minha cabeça e ficou fodendo minha boquinha até que gozou. Como eu já estava adorando a brincadeira, engoli toda a porra quentinha do meu primo.

Ficamos na cama nos beijando por uns minutos e depois fomos tomar banho juntos. Já embaixo do chuveiro eu coloquei as mãos na parede e empinei toda a bunda para ele, que colocou a piroca bem na minha rachinha, segurou firme no meu quadril e enfiou tudo de uma vez.

Que metida mais gostosa!! Na hora que o pau dele deslizou pra dentro de mim eu fiquei nas pontinhas do pés, toda empinadinha, pra receber aquela rola na minha xaninha. Meu deusssss!! Logo ele começou a me provocar. Ficava enfiando e tirando até a cabeça, e depois enfiava tudo novamente, bem lentamente.

Ele ficou fazendo assim durante uns minutos, me fazendo sentir cada centímetro do pau dele entrando e saindo da minha buceta. Com a mão ele ficou esfregando meu grelo, fazendo círculos e quando eu gozei, ele continuou enfiando e retirando lentamente a piroca na minha buceta.

Depois que gozei minhas pernas ficaram muito fracas. Mas meu primo não queria tirar o pau da minha buceta de jeito nenhum. Fui me apoiando na parede e me ajeitando até que consegui ficar de joelhos em cima da tampa do vaso sanitário. Nossaaaa!!! Nessa posição ele meteu com vontade mesmo, até achei que fosse me derrubar.

– Eiiiiii!! Aí não, seu safadoooo!! – falei e me levantei apressada quando senti o dedo dele tentando entrar no meu cuzinho virgem.

– Shhhhhhhhh!! Volta aqui… vem… só vou enfiar o dedo!

– Enfia no seu! – brinquei. – No meu não, Pedro! Nunca fiz. Tenho medo de ser arrombada por essa piroca! – falei e ele achou engraçado.

Continuamos conversando baixinho dentro do banheiro. Ele tentava me convencer a deixar ele enfiar o dedo no meu cuzinho e eu só recusando. Eu sabia que se ele enfiasse o dedo, com certeza iria querer enfiar o pau também. E eu achava que eu estava novinha demais para começar a dar a bunda.

Depois de muita insistência eu concordei em deixar ele foder o meu cuzinho, mas só com o dedo. Fiquei de quatro (ou quase de quatro) em cima da tampa do vaso sanitário e ele veio por trás de mim novamente. Enquanto ele metia o pau na minha buceta, eu sentia o polegar dele entrar e sair deliciosamente do meu ânus.

Nosssaaaaa!! Aquilo estava tão gostoso. E meu cuzinho já estava ficando todo aberto, tanto que eu já nem sentia dor quando ele enfiava o dedo polegar dele todo, bem fundo. Mas eu não ia dar meu cu pra ele. Só de pensar naquele pau grosso e cabeçudo entrando na bundinha a minha cabeça já começava a doer.

– Vou gozarrrrr… vou gozarrrrrr… ohhhhhhhh!! – meu primo avisou, quase em desespero. Nesse momento ele tirou o dedo do meu cu rapidamente e apoiou a cabeça da pica no meu anelzinho ainda aberto. Eu nem tive tempo de falar nada, tamanho o susto que levei. Mas já era tarde. Ele estava gozando na entradinha do meu cu.

A cabeça da rola não entrou, mas senti a porra quentinha lambuzar meu rabinho. Que coisa mais deliciosa! Pisquei o cuzinho tentando aproveitar ao máximo aquela nova sensação. Nós dois ríamos bastante, até que ele se sentou no chão do banheiro, de tão fraco que estava.

Ficamos rindo e conversando mais um pouco, até que resolvemos tomar outro banho, não sem antes eu sair e dar uma olhada pela casa pra ver se minha mãe não tinha acordado com todo o barulho que a gente fez no banheiro. Pra minha sorte ela estava era roncando em seu quarto.

Entre beijos e carícias terminamos o banho e depois fomos dormir, eu no meu quarto e ele no dele. Mas de nada adiantou eu recusar dar meu cuzinho para o meu primo. Meses depois eu comecei a namorar o meu ex e não deu outra! Fiz tanto sexo anal com ele que hoje amo dar um cu kkkk! Até a próxima gostosos!

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